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Hoje, 11 de agosto, comemoramos o Dia da Televisão. A primeira tela que mudou a nossa maneira de consumir, seja conteúdo, notícias, e também produtos e serviços com propagandas animadas no seu início, depois surgiram as coloridas, as modernas, e hoje super tecnológicas com seus QR Codes.  Desde que foi criada, a televisão passou a exercer um importante papel no nosso dia a dia. Mesmo com toda a mudança que a internet gerou nas nossas vidas nos últimos anos, ela se adaptou, e com o início da pandemia se mostrou ainda mais relevante. A quantidade de informação que circula na internet é digerida, resumida e transmitida com confiança por programas de jornalismo.  Para entender ainda mais sobre seu papel e como ela tem se adaptado e contribuído neste novo momento, conversamos com a Carol Bueno, Gerente Geral da RPC de Foz do Iguaçu.

Carol, há um tempo atrás a TV apurava as informações e exibia a reportagem para o público, sem interações.. Hoje, ela tem contado com a participação direta do telespectador enviando mensagens e expressando suas necessidades. Como é essa relação com quem assiste?

A sociedade está em constante transformação e a comunicação reflete isso. Hoje vivemos relações de diálogos, múltiplos pontos de vista e impactos difusos das ações individuais e coletivas. Portanto, tem sido fundamental manter canais de trocas, ouvir os desejos dos telespectadores, críticas, elogios e principalmente necessidades. Muito conteúdo tem sido criado a partir dessa troca.

O surgimento frequente de novas mídias tem algum efeito no espaço que a tv ocupa  na vida do telespectador?

Tem sido interessante perceber como as mídias têm se somado na vida das pessoas. É normal interagirmos imediatamente nas redes sociais sobre o programa, entrevista, noticiário, jogo que estamos assistindo na tv. Assistimos algo numa matéria e, muitas vezes, buscamos mais informações ou conteúdo na web. Celebridades das redes sociais participam da TV e celebridades da TV conquistam internautas.... Portanto, mais do que nunca somos múltiplas telas, e a interatividade entre meios só tende a crescer.